A estrutura, a organização e o resgate das tradições juninas têm encantado moradores e visitantes durante a 11ª Rancheirada da SMECT. Quem veio de fora para prestigiar o evento não economizou elogios à festa, considerada a maior celebração junina de São Francisco de Itabapoana.

Natural de São Fidélis, Bruno Alcântara, de 31 anos, participou da Rancheirada acompanhado da esposa, Vitória Pontes, de 32 anos, e do filho Breno, de 3 anos. A família esteve no evento no ano passado e fez questão de retornar nesta edição.
“Viemos no ano passado e gostamos muito. Quando soubemos das datas deste ano, decidimos voltar. Hoje em dia é difícil encontrar festas que preservem as tradições juninas, com quadrilhas, decoração temática e barracas típicas. Está tudo muito bonito e faço questão que meu filho viva essa experiência”, destacou.

Natural de São Francisco de Itabapoana, mas morando há mais de 20 anos no Rio de Janeiro, Dayve Lúcia Gomes, de 47 anos, aproveitou a visita aos pais, moradores de Bom Jardim, para participar da festa ao lado da família.
“Todas as vezes que vinha a São Francisco, minha visita não coincidia com a data da Rancheirada. Este ano, quando vi que estaria na cidade durante a festa, fiz questão de participar e trazer minha família. Está tudo muito bonito. A decoração está encantadora, há muitas barracas e a organização merece os parabéns. É uma festa linda e muito tradicional”, afirmou.

Em sua 11ª edição, a Rancheirada da SMECT reúne apresentações de quadrilhas, shows musicais, decoração temática, comidas típicas, espaços para fotos, parque com brinquedos infláveis e diversas atrações para toda a família. Além de fortalecer a cultura popular, o evento movimenta a economia local e atrai visitantes de diferentes cidades da região.

Realizada pela Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT) e do Departamento de Cultura, com apoio de diversas secretarias, a Rancheirada é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do município pela Lei Municipal nº 979 e se consolidou como uma das mais importantes manifestações culturais da cidade.